Na continuidade do estudo da feliz expressão do pastor José Gonçalves, pastor-presidente das Assembleias de Deus em Água Branca/PI, comentarista das Lições Bíblicas da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) e membro da Comissão Apologética da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), vamos falar sobre o secularismo e o consumismo. Eis a mui feliz análise deste grande estudioso das Escrituras: “O pentecostalismo começou como um movimento periférico que, graças ao poder do Espírito Santo e ao forte comprometimento de seus líderes fundadores, conquistou relevância, reconhecimento e prestígio. Contudo, aquilo que foi conquistado por força de intervenções sobrenaturais e muitas lágrimas derramadas dá sinais de arrefecimento e esvaziamento. A meu ver, na base desse esfriamento estão o secularismo e consumismo que transformaram igrejas em casas de shows e entretenimento; o institucionalismo, que fomentou disputas por espaço e poder, transformando algumas Convenções em verdadeiras Prefeituras; e o afrouxamento ético e doutrinário, que mundanizou muitas igrejas e as converteu em meros clubes sociais. Fica o alerta bíblico: ‘Não apagueis o Espírito’ (I Ts.5:19).”
Vimos como, lamentavelmente, lideranças se deixaram envolver com as “coisas desta vida”. Esta atitude é nada mais, nada menos que o “secularismo”, que o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa define como sendo “exclusão, rejeição ou indiferença à religião e a ponderações teológicas”, que vem da raiz “secul-“, que é “mundo material”. Trata-se, portanto, da adoção de uma visão que suprime a eternidade, que passa a considerar apenas as coisas desta vida, que desconsidera o sobrenatural, o espiritual, o eterno, o divino. Uma atitude destas é a própria negação do reino de Deus, que é precisamente o objeto da pregação do Senhor Jesus (Mc.1:15; Lc.8:1; 9:11), que dizia que havia trazido o reino de Deus para nós (Mt.12:28; Mc.1:15; Lc.10:9,11; 11:20; 17:20,21) e que Seu reino não era deste mundo (Jo.18:36; Rm.14:17; I Co.4:20). A propósito, a Declaração de Fé das Assembleias de Deus assim afirma: “…A expressão ‘Reino de Deus’ deve ser entendida como sendo o domínio de Deus [Lc.17:20,21]…” (DFAD XXI.2, p.181). A partir do momento que passamos a ter como foco, como objetivo, as coisas desta vida, não mais servir a Jesus, estar à mesa com Ele e adorá-l’O, como fez a família de Betânia (Jo.12:1-3), mas, sim, querer tirar vantagens materiais da obra de Deus, como, naquela mesma oportunidade, fez Judas Iscariotes (Jo.12:4-6), passamos a dar lugar ao diabo e a nos afastar da presença de Deus, e isto representa evidente esfriamento espiritual. Basta lembrar que o “filho da perdição” deixou-se envolver com o próprio Satanás, tendo, assim, morrido espiritualmente e sendo considerado por Jesus como um verdadeiro diabo (Cf. Lc.22:3; Jo.6:7; 13:2).
O secularismo, aliás, explica porque recebeu guarida entre os crentes doutrinas como a confissão positiva, a teologia da prosperidade e, mesmo, a teologia da libertação ou da missão integral, precisamente porque se passaram a valorizar as coisas terrenas, as coisas desta vida, e isto é sinal de perda de comunhão espiritual com o Senhor (Cf. Cl.3:1-4). O secularismo leva ao desprezo das “coisas de cima” (Cf. Cl.3:1-3) e a que não haja mais perseverança na doutrina dos apóstolos e nas orações. Por consequência, tem-se um desprezo pelo conhecimento das Escrituras e do poder de Deus, o que faz com que se aumentem os erros (Cf. Mt.22:29). As pessoas já não mais se esforçam para a sua salvação, para o seu preparo para a eternidade, concentrando suas atenções no bem-estar material, no sucesso profissional, na melhoria das condições de vida, passando a exigir das igrejas locais atitudes que lhes proporcionem este conforto puramente terreno. A igreja é vista mais como organização do que como organismo e passa a ser tratada como empresa, associação filantrópica, “curral eleitoral”, o que, naturalmente, retira todo fervor evangelístico e toda sobrenaturalidade, levando a um verdadeiro “apagamento do Espírito”, como aponta o pastor José Gonçalves. Ao privilegiar-se o “mundo material”, “as coisas desta vida”, perde-se a própria noção da eternidade, da glória de Deus, dos céus, e a própria atividade eclesiástica passa a ser uma “distração em muitos serviços” (Cf. Lc.10:40), esquecendo-se da “boa parte” (Cf. Lc.10:42), que se obtém aos pés de Jesus, ouvindo a Sua Palavra.
Esta postura é completamente contrária à vontade de Deus. O apóstolo Paulo chama de “inimigos da cruz de Cristo”, cujo fim é a perdição, aqueles “cujo deus é o ventre e a glória deles é para confusão deles mesmos, que só pensam nas coisas terrenas” (Fp.3:18,19). Ter uma postura secularista, como se percebe, é se tornar um “inimigo da cruz de Cristo”, algo evidentemente inapropriado para quem cristão se diz ser. Se formos aos pés do Senhor e ouvirmos a Sua voz, confessaremos os nossos pecados e nos arrependeremos e, retornando à vida de santidade, voltaremos a priorizar o estudo e a pregação da Palavra de Deus, a orar e a jejuar, a buscar o batismo com o Espírito Santo e os dons espirituais, a evangelizar, e o Senhor confirmará a Palavra com sinais, prodígios e maravilhas, e retornaremos ao fervor espiritual perdido. As reuniões da igreja, então, deixarão de ser espetáculos artísticos, os templos, de serem “casas de shows”, e tornaremos a ter o culto racional, com a oferta de nossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Cf. Rm.12:1), já que não estaremos nos conformando ao mundo, que é o que o secularismo produz. O secularismo faz com que se perca a visão da eternidade e, assim, o culto deixa de ser um sacrifício que se oferece a Deus para ser um instante de distração, de entretenimento, de confraternização, um “encontro social”, onde um grupo de pessoas vem se “divertir”, “esquecer dos problemas”, “ouvir uma boa música e uma boa reflexão”, onde se “revê os amigos”, onde se “descarregam as emoções e a tensão”. Lamentavelmente, isto é que boa parte, senão a esmagadora maioria dos chamados “cultos evangélicos” têm sido em nossos dias.
Neste ponto, aliás, é de se observar a crítica que costumam fazer os chamados “católicos tradicionalistas” com relação às mudanças litúrgicas promovidas na Igreja Romana com o Concílio Vaticano II (1962-1965). Estes críticos costumam dizer que se passou a ter uma “visão horizontal” na adoração, ou seja, deu-se prioridade à confraternização entre os adoradores, deixando-se de lado a “visão vertical”, ou seja, de que todos ali estão reunidos para adorar a Deus, para se voltar a Ele. Parece mesmo que este fenômeno não se restringiu apenas ao Romanismo, mas é uma tendência que se tem observado também em outros segmentos da Cristandade, em especial os pentecostais, cuja liturgia sempre foi menos rígida e formalista, pois, como diz o apóstolo Paulo, “…onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (II Co.3:17), mas isto não significa que se tenha irreverência ou o desprezo para com o Senhor, pois o Espírito tem de estar presente e a Sua presença exige santidade, contrição e reverência. A ausência de santidade e contrição, como já se disse, provoca nojo da parte do Senhor (Cf. Is.1:10-15), fazendo com que Ele não esteja no meio do povo e o ato produza reprovação e condenação em vez de bênção e agrado da parte de Deus. A ausência de reverência também gera a rejeição da parte do Senhor, visto que a reverência é a própria verticalidade do culto, pois, ao entrarmos na presença de Deus, devemos “guardar nosso pé”, para que não ofereçamos “sacrifícios de tolos que fazem mal” (Cf. Ec.5:1), reconhecendo que somos servos e criaturas e que Deus é o Senhor e Criador, para que não sejamos rejeitados como foram, por exemplo, Caim (Gn.4:5) e Saul (I Sm.15:22).
Quando estamos em um culto, estamos nos dirigindo a Deus, de forma coletiva, e devemos fazê-lo decente e ordenadamente (I Co.14:40), sempre visando a edificação espiritual de cada um (I Co.14:26) e a glória de Deus (I Co.10:31). Quando se tem tão somente a “visão horizontal da realidade”, quando se priorizam “as coisas desta vida”, as reuniões se realizam sem que haja qualquer preocupação com a presença de Deus no local. A propósito, Deus é literalmente deixado do lado de fora de um ambiente como este, como acontecia, aliás, na igreja de Laodiceia, que tipifica precisamente esta “igreja apóstata” dos dias imediatamente anteriores ao arrebatamento, igreja em que Jesus está do lado de fora, tanto que está à porta e bate, pedindo para entrar (Ap.3:20). E isto ocorre porque não mais estamos a nos reunir em nome de Jesus, situação em que Ele Se faz presente em nosso meio (Mt.18:21). Quando as pessoas se reúnem em nome de Jesus, fazem porque estão em Jesus e Jesus neles (Jo.15:7), porque creem n’Ele e serão instrumentos da glória do Pai (Jo.14:13,14). Quando, porém, as pessoas buscam apenas os seus interesses, estão a viver voltadas para as coisas deste mundo, deixando prevalecer o seu ego e não se entregando à vontade do Senhor; evidentemente que não estão em nome de Jesus, mas em seu próprio nome e, deste modo, Jesus não Se faz presente e não temos um culto, uma manifestação do amor e do poder divinos, mas tão somente uma reunião social, um instante de entretenimento, divertimento ou, até mesmo, catarse coletiva, mas puramente emocional e carnal. Por isso, em vez da manifestação do poder de Deus, da conversão de vidas, do arrependimento e confissão de pecados, de batismos com Espírito Santo ou manifestação de dons espirituais, o que se vê em tais lugares é barulho, frenesi, explosões emocionais e bizarrices, não raras vezes não somente carnais mas até mesmo consequência de ação de espíritos malignos (Cf. I Tm.4:1). Temos, então, o “show”, ou seja, a “exibição” de pessoas, de grupos, que, à evidência, levam ao afastamento da presença divina, que ali não estará, pois Deus não divide a Sua glória com ninguém (Is.48:11).
Quando se deixa Deus de lado e há a preocupação com as “coisas desta vida”, tem-se, quase sempre, a troca do amor a Deus pelo amor ao dinheiro, a “raiz de toda a espécie de males” (Cf. I Tm.6:10), amor que exclui o amor a Deus (Mt.6:24). Exsurge daí o outro fator muito bem apontado pelo pastor José Gonçalves como causa de declínio do avivamento pentecostal — o “consumismo”, que, como diz o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é o fato ou ato de consumir, comprar em demasia. Consumismo nada mais é que uma demonstração de uma mentalidade voltada para as coisas desta vida, a prevalência dos instintos, com a prática de vários pecados. Como afirma o pastor Aldery Nelson Rocha, em feliz reflexão, que vale a pena reproduzir: “…Se o homem se submete a Deus, o coração aliado ao Espírito governa. Mas ambos sempre estão em grande batalha” (Gl. 5:22). Onde entram os instintos nisso tudo? Os instintos entram aqui: na manifestação da alma no mundo. A alma usa o corpo e o corpo tem seus sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato). Os instintos estão ligados aos sentidos e submetidos aos três atributos da alma (sentir, volição e entendimento). Os olhos veem um artigo que a mente está procurando há dias. A mente tem vontade de comprar. A mente sabe que, no momento, ainda não tem condições de comprar. O intelecto é mais racional e avisa que não pode. O sentimento entristece-se, porque, na festa, o ego (que habita na mente) será envergonhado porque seu status é conhecido vaidosamente como “de poder aquisitivo”. A vaidade sente-se mal e entra pela mente. Sem importar-se se é possível pagar ou não, a alma compra. Houve um desequilíbrio, porque o coração não foi ouvido. Aí a alma lembra que, na ocasião em que o credor a humilha, por não poder pagar, ouviu levemente uma voz interior de que aquilo iria terminar em problemas. Era a voz do espírito, que, pelo coração, falava, mas não foi ouvido. O que houve? Um desequilíbrio. Houve um pecado. Que pecado? O pecado de engano, roubo, infidelidade, trapaça. Que instinto foi desequilibrado? O instinto de aquisição. Este desequilíbrio envolverá muitas pessoas, fiadores zangados, cobradores, nome sujo, cheques sem fundos etc. Este pecado é o desequilíbrio que ofenderá a outros instintos: o instinto de comunhão que será quebrado, porque duas ou mais pessoas discutirão e se ofenderão mutuamente. O instinto de autoproteção, porque algumas pessoas procurarão a justiça e isso implicará em mútuas acusações e a perda de amizade, ou pode até ferir o instinto de domínio, pois alguém quererá fazer justiça com as próprias mãos a outra pessoa, por se sentir ofendido e injustiçado. Assim, o consciente do coração e do espírito começarão a operar tristes por não dar ouvido a Deus, que estava falando pelo coração. Esta lei está implantada no coração de todos os homens desde que nascem. Assim, ao invés de guardar boas lembranças pela paz de não comprado aquele artigo ainda, terá tristes memórias no seu subconsciente por não ouvir a voz do espírito. Isso é, o pecado e suas consequências virão sem falta.…” (2ª Pedro da Bíblia Rhema Di Nelson: a graça que a nós foi profetizada, conforme arquivo dado para revisão, p.55/4).
Como se pode perceber, há um nítido predomínio da carne, ou seja, da natureza pecaminosa do homem, quando alguém é voltado ao consumismo e, como afirma o apóstolo Paulo, “…os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne (…) a inclinação da carne é morte (…) a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm.8:5-8). Deste modo, quando o consumismo toma conta da pessoa, temos uma nítida manifestação de morte espiritual, um ambiente completamente contraditório ao avivamento espiritual, em que se tem vida e vida em abundância (Cf. Jo.10:10). Havendo descontrole do instinto de aquisição, correm os consumistas atrás de “ofertas” e, diante desta procura desenfreada, sempre surgem aqueles que, por avareza, movidos pelo desejo do lucro, estão prontos a satisfazer tais desejos carnais. Tem-se, assim, um terreno propício para a manifestação dos falsos mestres (Cf. II Pe.2:1-3; Jd.16-19), de homens que têm a mente pervertida e que são privados da verdade (Cf. I Tm.6:5). E, deste modo, não é difícil verificar que, a exemplo do que ocorreu no templo de Jerusalém, a casa de oração se transforma em covil de ladrões (Mt.21:13; Mc.11:17; Lc.19:46) e o ambiente, em vez de ser dirigido e controlado pelo Espírito Santo, passa a ter suas diretrizes determinadas por estratégias de marketing, de manipulação das massas, de estratégias das artes teatrais e da neurolinguística, quando não vinculadas a mecanismos de hipnose e de ocultismo, em uma acomodação cada vez maior ao mundo.
Por isso mesmo, temos hoje a adoção cada vez mais intensa, em nossas reuniões, de condutas e comportamentos voltados a este ambiente mundano e sem qualquer espiritualidade, próprio das chamadas igrejas “seeker-sensitive”, em que se buscam atrair os incrédulos utilizando-se da própria maneira de ser dos incrédulos, que seria uma “isca” para depois levá-las ao “modus vivendi” do reino de Deus. Entretanto, o que atrai os incrédulos à salvação não é o mundo, mas, sim, Jesus Cristo. O Senhor disse que a todos atrairia quando fosse levado à cruz (Jo.12:32), ou seja, o que atrai o homem a Deus é a “palavra da cruz” (I Co. 1:17,18,23). O Evangelho é o anúncio de que Jesus veio morrer na cruz pelos nossos pecados, que devemos confessar que somos pecadores e que precisamos nos arrepender e crer em Jesus, entregando nossa vida a Ele e passando a viver como Ele viveu. Em sendo assim, fazer do local onde a igreja se reúne para adorar a Deus e realizar a Sua obra um lugar onde se abre mão desta mensagem e, em vez de propor uma nova maneira de viver, procurar trazer as pessoas com as mesmas práticas e atitudes que elas têm é, simplesmente, deixar de ser Igreja, porque não estaremos a pregar o Evangelho, mas, sim, uma mensagem de autoajuda ou oferta de um ambiente de lazer, desestressamento e diversão. Não é esta a característica da igreja. A igreja primitiva distinguia-se claramente dos “outros” (Cf. At.5:11-13), porque havia temor do Senhor, unanimidade no local de adoração e manifestação de sinais e maravilhas. O que temos visto em nossas reuniões? Há temor do Senhor? Há unanimidade do povo na frequência aos cultos? Há manifestação do poder de Deus?
Como diz o item 8 do Cremos da Declaração de Fé das Assembleias de Deus, a Igreja “…é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (I Co.12:27; Jo.4:23; I Tm.3:15; Hb.12:23; Ap.22:17)” e, ainda, a mesma Declaração afirma: “…A Igreja é formada por todos aqueles que Deus chamou para fora do mundo, tendo sido esses resgatados da vã maneira de viver por intermédio do precioso sangue de Cristo [I Pe.1:18,19]…” (DFAD XI.2, p.120) e cuja “…função primordial (…) é glorificar a Deus: ‘quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus’ (I Co.10:31). Isso é feito por meio de adoração, da evangelização, da edificação de seus membros e do trabalho social…” (DFAD XI.6, p.122). Em sendo assim, como admitir que alguém se diga parte da Igreja se, em vez de se mostrar chamado para fora do mundo (e “ekklesia”, em grego, é literalmente “chamado para fora”), cria um ambiente mundano para trazer os que ainda estão no mundo? Como admitir que alguém se diga membro em particular da igreja e se utilize da vã maneira de viver do mundo para atrair pessoas a Cristo? Este secularismo e consumismo acabam dando ensejo a outro fator apontado pelo pastor José Gonçalves, que é o afrouxamento ético e doutrinário, o que veremos na sequência deste artigo.


