{"id":2661,"date":"2025-04-29T19:19:07","date_gmt":"2025-04-29T19:19:07","guid":{"rendered":"https:\/\/raizespentecostais.com.br\/?p=2661"},"modified":"2025-11-06T17:50:05","modified_gmt":"2025-11-06T17:50:05","slug":"se-me-faz-bem-nao-e-pecado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/raizespentecostais.com.br\/index.php\/se-me-faz-bem-nao-e-pecado\/","title":{"rendered":"Se me faz bem, n\u00e3o \u00e9 pecado?"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"2661\" class=\"elementor elementor-2661\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-318e825e e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"318e825e\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4ca817c8 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4ca817c8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n<div class=\"wp-block-group is-content-justification-right is-nowrap is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-3730b9a9 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Prof. Bruno<\/strong> <strong>William <\/strong><sup class=\"fn\" data-fn=\"93a044c9-3e19-401d-8c0f-1bf5f2ad746f\"><a id=\"93a044c9-3e19-401d-8c0f-1bf5f2ad746f-link\" href=\"#93a044c9-3e19-401d-8c0f-1bf5f2ad746f\">1<\/a><\/sup><br \/><em>Editor da revista Ra\u00edzes Pentecostais e Professor da EETAD<\/em><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"86\" height=\"86\" data-id=\"2609\" class=\"wp-image-2609\" style=\"width: 73px; height: auto;\" src=\"http:\/\/raizespentecostais.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/30-mm-Prof.-Bruno-William.png\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n<\/div>\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Li em um muro uma picha\u00e7\u00e3o que dizia \u201cJesus \u00e9 a resposta\u201d e logo abaixo outra pessoa pichou \u201cQual a pergunta?\u201d E isso \u00e9 pertinente, pois queremos mostrar a solu\u00e7\u00e3o, sem antes apontar o problema a ser sanado. Estamos vivendo uma falha cong\u00eanita de express\u00f5es que n\u00e3o s\u00e3o explicadas, e respostas a perguntas que n\u00e3o existem. S\u00e3o tempos l\u00edquidos, como disse Zygmunt Bauman. Esse fen\u00f4meno acontece porque perdemos as ra\u00edzes e, sem elas, perdemos a raz\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Essa \u00e9 uma caracter\u00edstica definidora da cultura p\u00f3s-moderna, que \u00e9 desumana, incluindo abortos e outras formas de assassinato, imoralidade sexual e diversas atrocidades. A igreja de Corinto abrigava um caso de imoralidade no qual um membro coabitava com a esposa de seu pai! Paulo condena essa toler\u00e2ncia como um pecado maior do que o pr\u00f3prio ato imoral (1Co 5.1-13). Embora frequentassem a igreja, \u00e9 cert\u00edssimo que essas pessoas n\u00e3o conheciam a Cristo. E, para piorar, os crentes de Corinto orgulhavam-se de sua complac\u00eancia (1Co 5.2). Eles interpretavam muito mal a liberdade que Cristo nos concede, tornando-a um passaporte \u00e0 libertinagem, posto que Cristo a tudo perdoa.<\/p>\n\n<p>Em Tiago 1.12 somos advertidos de que sermos julgados pela \u201clei da liberdade\u201d, a liberdade que Cristo concede n\u00e3o \u00e9 bandalheira, mas uma liberta\u00e7\u00e3o da condena\u00e7\u00e3o da Lei e do jugo do pecado, permitindo que o crente sirva a Deus com um esp\u00edrito volunt\u00e1rio e em obedi\u00eancia alegre. A liberdade crist\u00e3 n\u00e3o significa uma isen\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios \u00e9ticos da Lei, mas uma rela\u00e7\u00e3o transformada com ela: o crente n\u00e3o est\u00e1 mais sob sua maldi\u00e7\u00e3o, mas cumpre sua justi\u00e7a ao andar segundo o Esp\u00edrito. Ela n\u00e3o \u00e9 um jugo de escravid\u00e3o, mas uma express\u00e3o da nova vida em Cristo, vivida em obedi\u00eancia amorosa e dependente do Esp\u00edrito.<\/p>\n\n<h2><strong>A CULTURA DO \u201cEU\u201d E DO \u201cAGORA\u201d<\/strong><\/h2>\n\n<p>A cultura contempor\u00e2nea, frequentemente resumida em frases como \u201cS\u00f3 se vive uma vez, viva como quiser\u201d, \u201ccarpe diem\u201d e outras, promove um estilo de vida centrado no individualismo e na autoindulg\u00eancia. Essa mentalidade, amplamente difundida pela publicidade, enfatiza o \u201ceu\u201d e o \u201cagora\u201d, incentivando a busca imediata por satisfa\u00e7\u00e3o e prazer, muitas vezes em detrimento dos valores duradouros. Essa busca incessante por gratifica\u00e7\u00e3o pessoal se manifesta no consumismo desenfreado, no aumento da d\u00edvida com cart\u00f5es de cr\u00e9dito e na cren\u00e7a de que a vida se resume aos prazeres e necessidades imediatas.<\/p>\n\n<p>A rever\u00eancia \u00e0 consci\u00eancia individual como uma \u201csemi-deidade inviol\u00e1vel\u201d \u00e9 outro sintoma dessa cultura. Essa vis\u00e3o, que eleva o desejo e a vontade pessoal acima de tudo, se infiltra at\u00e9 mesmo na igreja, onde a adora\u00e7\u00e3o a Deus \u00e9 substitu\u00edda pela adora\u00e7\u00e3o \u00e0 autoestima e \u00e0s necessidades pessoais. Deus passa a ser visto como um meio para se sentir melhor consigo mesmo, em vez de ser o centro da f\u00e9 e da devo\u00e7\u00e3o. Deus \u00e9 ent\u00e3o rebaixado de o Soberano e Onipotente para uma esp\u00e9cie de analg\u00e9sico c\u00f3smico que se toma para sentir-se melhor. Enquanto a cultura do \u201ceu\u201d promove a liberdade como permissividade para satisfazer todos os desejos, a Palavra de Deus ensina que a verdadeira liberdade est\u00e1 em viver livre da escravid\u00e3o do pecado e em se submeter \u00e0 vontade de Deus. A liberdade crist\u00e3 n\u00e3o \u00e9 uma licen\u00e7a para fazer o que se quer, mas sim a capacidade de viver conforme os princ\u00edpios divinos.<\/p>\n\n<p>A igreja de Corinto enfrentava problemas semelhantes de individualismo e egocentrismo, como evidenciado pelas divis\u00f5es e pelo comportamento imoral de alguns de seus membros. Alguns cor\u00edntios se orgulhavam de sua \u201csabedoria\u201d e de sua \u201cliberdade\u201d, usando-as como justificativa para ignorar as necessidades e os sentimentos dos outros. Paulo repreende esses comportamentos, enfatizando que o conhecimento e a liberdade n\u00e3o podem ser usados como pretexto para pecar e para prejudicar os outros. A verdadeira sabedoria e liberdade crist\u00e3 se manifestam no amor, na humildade e na preocupa\u00e7\u00e3o com o bem-estar do pr\u00f3ximo. Ele tamb\u00e9m argumenta que \u00e9 preciso ter ren\u00fancia pessoal, limitando a pr\u00f3pria liberdade para n\u00e3o ofender as convic\u00e7\u00f5es de outros crist\u00e3os. Em vez de se concentrar em si e em seus pr\u00f3prios prazeres, os crist\u00e3os s\u00e3o chamados a amar a Deus e ao pr\u00f3ximo como a si. Esse amor se manifesta no servi\u00e7o, na ren\u00fancia pessoal e na busca pela edifica\u00e7\u00e3o do corpo de Cristo. A cultura do individualismo e da autoindulg\u00eancia, com seu foco no \u201ceu\u201d e no \u201cagora\u201d, contrasta fortemente com os princ\u00edpios crist\u00e3os de ren\u00fancia, amor ao pr\u00f3ximo e esperan\u00e7a eterna. Ao abra\u00e7armos os valores do Reino de Deus, podemos experimentar a verdadeira liberdade e viver uma vida que glorifica a Deus e beneficia a humanidade. Isso \u00e9 reflexo da falta de entendimento do perigo que \u00e9 o pecado.<\/p>\n\n<h2><em>A Origem do Pecado n\u00e3o \u00e9 divina!\u00a0<\/em><\/h2>\n\n<p>Uma coisa muito importante ao estudarmos a hamartiologia \u00e9 assumir que ningu\u00e9m est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o neutra. Todos estamos envolvidos com o pecado, independentemente de nossa opini\u00e3o. Ao estudar o pecado, n\u00e3o estamos na mesma situa\u00e7\u00e3o de um m\u00e9dico ao discorrer sobre um diagn\u00f3stico de uma doen\u00e7a que n\u00e3o tem, mas s\u00f3 est\u00e1 explicando. Estamos todos na mesma situa\u00e7\u00e3o, todos estamos passando pelo mesmo mal. Deus n\u00e3o \u00e9 o autor do pecado, muito menos ele provocou sua causa inicial. Essas premissas s\u00e3o de suma import\u00e2ncia. A B\u00edblia nega veementemente que Deus \u00e9 o autor do pecado ou provocou\/induziu o homem a pecar. Em Isa\u00edas 6.1-5 o profeta viu o Senhor em sua gl\u00f3ria, sua primeira rea\u00e7\u00e3o foi reconhecer o seu pr\u00f3prio pecado. Prov\u00e9rbios 6.16-19 nos diz que Deus chama o pecado de abomina\u00e7\u00e3o. Se Deus rejeita o pecado, como \u00e9 poss\u00edvel supor que Ele o criou?\u00a0<\/p>\n\n<h2><em>O pecado n\u00e3o \u00e9 eterno\u00a0<\/em><\/h2>\n\n<p>\u00a0O gnosticismo \u00e9 uma das primeiras heresias dualistas. Ele prega que a mat\u00e9ria \u00e9 m\u00e1, por isso era imposs\u00edvel acreditar em Jesus encarnado. Essa doutrina \u00e9 err\u00f4nea, nega que Cristo \u00e9 verdadeiro homem, verdadeiro Deus. Uma blasf\u00eamia! Mas a heresia n\u00e3o consiste somente em negar a humanidade de Jesus, mas em crer que exista algo independente de Deus e de sua vontade. Outra raz\u00e3o \u00e9 que isso nos transforma em marionetes de Deus na luta contra o pecado. O estudo sobre o pecado revela nossa realidade, a qual nos afasta de Deus. Mas existe solu\u00e7\u00e3o, olhar para o cordeiro de Deus!<\/p>\n\n<p>A vida abundante em Cristo sana lacunas que nem imagin\u00e1vamos que poderiam ser preenchidas. Por isso, a vida abundante \u00e9 uma promessa que come\u00e7a e termina em Jesus, pois s\u00f3 mediante um relacionamento pessoal com Ele \u00e9 poss\u00edvel desfrutar dessa vida. E isso nos leva a algumas quest\u00f5es: O que \u00e9 viver ao m\u00e1ximo? O que \u00e9 uma vida bem vivida? Ser\u00e1 que viver ao m\u00e1ximo \u00e9 o mesmo para n\u00f3s ou para uma miser\u00e1vel alde\u00e3 vietnamita? ou para um adolescente na China comunista? ou para um daliti, etnia considerada pelos indianos como a esc\u00f3ria humana?\u00a0<\/p>\n\n<p>N\u00e3o precisamos ir longe como os exemplos anteriores para encontrar realidades diferentes das nossas. Basta olhar para algumas regi\u00f5es abandonadas de nosso pa\u00eds onde as gentes nunca considerariam internet importante, pois o que lhes falta \u00e9 comida para manter vivos os filhos. Carregar uma bateria de celular n\u00e3o lhes \u00e9 relevante, pois aquilo de que necessitam \u00e9 da \u00e1gua racionada que chega sem previs\u00e3o, trazida de um carro pipa que tem acesso ao a\u00e7ude que lhe \u00e9 vetado. Cercados de conforto, ser\u00e1 que realmente sabemos o que significa viver? Veja o que o ap\u00f3stolo Paulo diz:<\/p>\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201c<em>Aguardo ansiosamente e espero que em nada serei envergonhado. Pelo contr\u00e1rio, com toda a determina\u00e7\u00e3o de sempre, tamb\u00e9m agora <strong>Cristo ser\u00e1 engrandecido<\/strong> em meu corpo, quer pela vida quer pela morte; porque <strong>para mim o viver \u00e9 Cristo<\/strong> e o morrer \u00e9 lucro. Caso continue vivendo no corpo, terei fruto do meu trabalho. E j\u00e1 n\u00e3o sei o que escolher! Estou pressionado dos dois lados: desejo partir e <strong>estar com Cristo<\/strong>, o que \u00e9 muito melhor; contudo, \u00e9 mais necess\u00e1rio, por causa de voc\u00eas, que eu permane\u00e7a no corpo. Convencido disso, sei que vou permanecer e continuar com todos voc\u00eas, para o seu progresso e alegria na f\u00e9, a fim de que, pela minha presen\u00e7a, outra vez <strong>a exulta\u00e7\u00e3o de voc\u00eas em Cristo Jesus transborde<\/strong> por minha causa. N\u00e3o importa o que aconte\u00e7a, exer\u00e7am a sua cidadania de maneira <strong>digna do evangelho de Cristo<\/strong>, para que assim, quer eu v\u00e1 e os veja, quer apenas ou\u00e7a a seu respeito em minha aus\u00eancia, fique eu sabendo que voc\u00eas permanecem firmes num s\u00f3 esp\u00edrito, lutando un\u00e2nimes pela f\u00e9 evang\u00e9lica, sem de forma alguma deixar-se intimidar por aqueles que se op\u00f5em a voc\u00eas. Para eles isso \u00e9 sinal de destrui\u00e7\u00e3o, mas para voc\u00eas de salva\u00e7\u00e3o, e isso da parte de Deus; pois a voc\u00eas foi dado <strong>o privil\u00e9gio de, n\u00e3o apenas crer em Cristo, mas tamb\u00e9m de sofrer por ele<\/strong>, j\u00e1 que est\u00e3o passando pelo mesmo combate que me viram enfrentar e agora ouvem que ainda enfrento.<\/em>\u201d (Filipenses 1.20-30 &#8211; Grifo meu)\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n\n<p>\u00a0Viver s\u00f3 faz sentido se estamos em Cristo e Ele em n\u00f3s!<\/p>\n\n<p>__________<\/p>\n<ol class=\"wp-block-footnotes has-small-font-size\"><li id=\"93a044c9-3e19-401d-8c0f-1bf5f2ad746f\">Bruno William \u00e9 comunic\u00f3logo com gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o Social (Publicidade e Propaganda) e p\u00f3s-graduado em Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica de Marcas (Branding), Marketing e Gest\u00e3o de Neg\u00f3cios. Formado em Teologia pela Escola de Educa\u00e7\u00e3o Teol\u00f3gica das Assembleias de Deus (EETAD), possui especializa\u00e7\u00e3o em Teologia do Novo Testamento e \u00e9 atualmente mestrando em Teologia. Atua como professor titular da EETAD e exerce a fun\u00e7\u00e3o de editor da revista Ra\u00edzes Pentecostais. <a href=\"#93a044c9-3e19-401d-8c0f-1bf5f2ad746f-link\" aria-label=\"Ir para a refer\u00eancia 1 na nota de rodap\u00e9\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prof. Bruno William 1Editor da revista Ra\u00edzes Pentecostais e Professor da EETAD Li em um muro uma picha\u00e7\u00e3o que dizia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":2665,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":"[{\"content\":\"Bruno William \u00e9 comunic\u00f3logo com gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o Social (Publicidade e Propaganda) e p\u00f3s-graduado em Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica de Marcas (Branding), Marketing e Gest\u00e3o de Neg\u00f3cios. 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