A doutrina cristã afirma que Deus, por Sua graça, enviou o Seu Filho para morrer pelos pecadores e fazer expiação pelos seus pecados. Expiação é a purificação de crimes ou faltas cometidas, realizada para ressarcir os danos, apagar os delitos e oferecer satisfação pelas injustiças praticadas. Sua ideia central é reconciliar, em um relacionamento de paz e amizade, partes que antes eram inimigas.
A morte de Jesus foi um sacrifício substitutivo oferecido a Deus para satisfazer a Sua justiça, ao sofrer a punição merecida pelos pecadores, de modo que Deus pode, de maneira justa, perdoá-los. A morte de Cristo foi vicária: Ele morreu em lugar de outros e em benefício deles (Is 53.4-6; 2 Co 5.21; 1 Pe 2.24; 3.18).
Ao tratar da morte de Cristo, é necessário distinguir três aspectos: a intenção, a extensão e a aplicação da expiação. A intenção responde às questões: “Qual foi o propósito salvífico da morte de Cristo? Ele deseja igualmente ou desigualmente a salvação de cada pessoa?”. A extensão trata das perguntas: “Por quem Cristo morreu? Pelos pecados de quem Cristo foi punido? Ele morreu pelos pecados de toda a humanidade?”. A aplicação, por sua vez, responde às interrogações: “Quando a expiação é aplicada ao pecador? Em que momento os benefícios da morte de Cristo são aplicados ao indivíduo?”.
Deus deseja que todos sejam salvos?
A Palavra de Deus afirma que Deus quer salvar todos os homens (1 Tm 2.3-6; 2 Pe 3.9). Em textos como João 3.16, fica claro que as intenções salvíficas de Deus são tão amplas quanto o mundo. Assim, cremos que a intenção de Deus, ao enviar Seu Filho à morte, foi oferecer salvação a todos, tendo Ele mesmo estabelecido as condições que deveriam ser cumpridas pelos pecadores.
Se Cristo não morreu intencionalmente por todos, não pode ser dever de ninguém, além dos eleitos, crer em Cristo. O arminianismo afirma que Cristo morreu igualmente por todos, com o propósito de salvar todos os que cumprissem as exigências estabelecidas por Deus: arrependimento e fé. As Escrituras nunca afirmam que Deus pretendeu salvar aqueles que não creram.
Calvino afirmou um sentido múltiplo na vontade de Deus. Segundo seu entendimento, o Criador deseja salvar a todos por uma vontade revelada nas Escrituras, mas deseja salvar apenas os eleitos por uma vontade oculta, que constitui um mistério insondável. O teólogo holandês Jacó Armínio concorda que Deus revela apenas em parte a Sua própria vontade, mas nega que Ele deseje ou determine alguma coisa contrária a ela. A esse respeito, assevera: “Pois nenhuma vontade de Deus, qualquer que possa ser o seu caráter, pode ser contrária a qualquer outra vontade”. Deus não pode querer salvar a todos e, ao mesmo tempo, não querer salvar alguns.
Armínio afirma: “Deus pode fazer o que quiser com os seus, mas não pode fazer com os seus o que não possa fazer com justiça, pois Sua vontade é restringida pelos limites da justiça”, e acrescenta: “O oleiro, portanto, não pode formar, do barro sem forma, um homem para desonra e condenação, a menos que o homem se tenha tornado, anteriormente, merecedor de punição e desonra, pela sua própria transgressão”. O Deus justo condenará as pessoas pelos seus pecados e salvará todo aquele que crer.
Por quem Cristo morreu?
A Palavra afirma que Cristo morreu por Seu povo (Mt 1.21), por Suas ovelhas (Jo 10.15), pela Igreja (Ef 5.25), por Seus amigos (Jo 15.13) e pelos eleitos (Rm 8.32-35). Mas o Senhor Jesus morreu apenas por estes? Não. Afirmar que Cristo morreu por alguns não é provar que Ele não morreu pelos demais.
A Bíblia apresenta diversas passagens nas quais a expiação possui alcance universal (Is 53.6; Jo 1.9; 8.12; 12.32; At 2.21; 17.30; Rm 5.6,15,18; 2 Co 5.14,15; 1 Tm 2.3-6; 4.10; Tt 2.11; Hb 2.9; 2 Pe 3.9). Armínio afirma: “As Escrituras dizem, de maneira extremamente clara e em muitas passagens, que Cristo morreu por todos, pela vida do mundo, e isso pela ordem e pela graça de Deus Pai”.
A Palavra de Deus apresenta Cristo como o Salvador do mundo (Jo 1.29; 3.16,17; 4.42; 6.51; 1 Jo 2.2; 4.14). Os calvinistas afirmam que a palavra “mundo” se refere apenas aos eleitos. Um estudo desse termo — particularmente nos escritos do apóstolo João, onde aparece setenta e oito vezes — indica que “mundo” designa a humanidade que odeia Deus, rejeita Cristo e está sob o domínio de Satanás; todavia, é precisamente esse o mundo pelo qual Cristo morreu.
O teólogo calvinista D. A. Carson afirma que a palavra “mundo” se refere a toda a raça humana caída e destaca que ela designa seres humanos em rebelião contra Deus. Armínio assevera: “O fato de que, pela palavra ‘mundo’, nestas passagens, deve-se entender todos os homens de maneira geral é manifesto por essas passagens e pelos usos das Escrituras. Pois não existe, em minha opinião, nenhuma passagem, em toda a Bíblia, em que possa ser provado, sem nenhuma controvérsia, que a palavra ‘mundo’ significa ‘os eleitos'”.
Os arminianos interpretam o termo “mundo” como referência à totalidade da raça humana. Armínio utiliza diversos textos para sustentar que essa palavra não se refere apenas aos eleitos (Jo 1.29; 3.16; 6.51; 2 Co 5.19; 1 Jo 2.2; Jo 4.42; 1 Jo 4.14; Hb 2.9; 1 Tm 4.10; 2.5; Rm 5.6-8). O apóstolo João afirma que o mundo inteiro jaz no maligno (1 Jo 5.19), mas Jesus é a propiciação pelos pecados desse mundo inteiro (1 Jo 2.2).
Os calvinistas interpretam textos como 1 Timóteo 2.1-6 e Tito 2.11 afirmando que expressões como “todos os homens” significam “todos sem distinção”, abrangendo judeus e gentios, escravos e livres, e não necessariamente todos sem exceção. Contudo, em textos como Romanos 5.18 e Isaías 53.6, se “todos” não se referir a cada ser humano, então alguns homens teriam ficado livres dos efeitos do pecado, contrariando o ensino de Romanos 3.23. Outras passagens, como 1 Timóteo 4.10 e 1 João 2.2, afirmam explicitamente que Cristo sofreu uma morte expiatória não somente pelos crentes, mas também por todos.
Armínio declara que “[…] se [a redenção] não foi obtida para todos, a fé em Cristo é, sem nenhum direito, exigida de todos e, se não foi obtida para todos, ninguém pode, com justiça, ser culpado por rejeitar a oferta de redenção, pois rejeita aquilo que não lhe pertence, e o faz com propriedade. Se Cristo não morreu por todos, então não pode ser juiz de todos”.
Outros textos mostram que Cristo morreu até por homens que o rejeitam ou que não alcançarão a salvação. Em 2 Pedro 2.1, Cristo pagou o preço da redenção até mesmo por falsos mestres que o negaram. O testemunho das Escrituras é claro ao afirmar que Deus ama a todos e demonstrou isso ao enviar Seu Filho para morrer por todos. Ele ama até mesmo aqueles que rejeitam o Seu convite para segui-lo, como o jovem rico (Mc 10.21).
Os arminianos entendem que a descrição calvinista do alcance da expiação inevitavelmente limita o amor divino, o que, segundo essa perspectiva, contradiz os textos citados. Se Deus é amor, mas pretendeu que a morte expiatória de Cristo fosse propiciação somente para algumas pessoas, de modo que apenas elas possam ser salvas, então o termo “amor” perde seu significado inteligível quando aplicado a Deus. Nunca consideraríamos amorosa uma pessoa que, podendo resgatar indivíduos que se afogam, recusasse fazê-lo e salvasse apenas alguns. Consideraríamos tal pessoa má, ainda que os resgatados fossem gratos pelo que ela fez.
Não há um único texto bíblico que afirme que Cristo não morreu por alguém. A expiação limitada calvinista é, principalmente, uma dedução teológica, e não uma construção exegética claramente demonstrada nas Escrituras. David Allen afirma que “a expiação limitada é uma doutrina em busca de um texto”.
Os calvinistas afirmam que a morte de Cristo beneficia a todos, mas não da mesma maneira: concede a todos apenas bênçãos temporais, e não salvíficas. Defendem, assim, que Deus ama todas as pessoas de alguma forma, mas somente algumas — os eleitos — de todas as formas. No entanto, o Deus revelado na Bíblia não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9; 1 Pe 1.17), é bom para todos (Sl 145.9) e, assim, ama a todos da mesma maneira, oferecendo a salvação a todos os que a recebem pela fé em Jesus (Rm 10.9-21).
Somente os crentes serão salvos
Toda a humanidade está em um estado redimível com respeito ao preço já pago, pois Cristo morreu por todos. Embora haja muitos que jamais serão salvos, a razão disso não é a ausência de um preço suficiente pela redenção, nem o fato de que esse preço não lhes seja aplicável, mas porque eles não querem cumprir as condições para se apropriarem desse benefício.
A expiação foi garantida na cruz, mas será aplicada apenas quando o indivíduo crer em Cristo. Se a expiação não requeresse aplicação, os eleitos nasceriam salvos. Entretanto, a Palavra afirma que todos nascem pecadores (Rm 3.23; Sl 51.5). Os benefícios da expiação são oferecidos apenas sob a condição da fé em Cristo.
Armínio assevera: “É preciso fazer uma distinção entre redenção obtida e redenção aplicada, e declaro que ela foi obtida para o mundo inteiro, para todos e cada um dos homens; mas foi aplicada apenas aos fiéis [crentes] e aos eleitos”. O teólogo holandês acrescenta: “O resgate ou o preço da morte de Cristo é considerado universal em sua suficiência, mas particular em sua eficácia”.
O sacrifício de Jesus foi igual para todos quanto à extensão da satisfação, pois Cristo assumiu a natureza humana. A salvação, contudo, é condicionada à fé. A vontade salvífica universal de Deus torna a graça da salvação universal e comum a todos, mas ela é tão condicional que, sem o cumprimento dessa condição, torna-se inteiramente ineficaz. Os benefícios da expiação não são aplicados à pessoa até o momento da regeneração. Paulo descreve como era a vida dos eleitos antes de crerem em Jesus (Ef 2.1-3): mortos em pecados. Nem mesmo os calvinistas ensinam que o eleito é justificado antes da experiência da fé.
Duewel afirma: “A provisão de Cristo é suficiente para todos, mas é eficaz somente para aqueles que a aceitarem nas condições de Deus. Ela é potencialmente eficaz para todos os homens, mas é condicional e pessoalmente eficaz para quem livremente a desejar. Enquanto o pecado de Adão trouxe julgamento potencial para todos, a expiação de Cristo na cruz trouxe vida provisional para todos”.
Wiley afirma que “A expiação é universal. Isto não significa que toda a humanidade será incondicionalmente salva, mas que a oferenda sacrificial de Cristo satisfez de tal modo a lei divina que tornou a salvação uma possibilidade para todos. A redenção é universal, ou geral, em um sentido provisional, porém especial ou condicional em sua aplicação ao indivíduo”.
Thomas Oden declara: “A expiação é designada a toda a humanidade, intencionada para todos, suficiente para todos; entretanto, ela é efetivamente recebida por aqueles que respondem a ela em fé”. A expiação é provisional até o momento de sua aplicação. “O único modo de negar a natureza provisória da expiação é considerar todo o povo pelo qual Cristo morreu justificado antes de experimentar a fé”.
Cristo veio tornar a salvação possível ou veio salvar? Veio fazer ambas as coisas: tornar a salvação possível a todos e salvar os que creem. Jesus removeu todos os impedimentos legais à salvação dos pecadores, na forma estabelecida pelo Pai para aplicá-la. A morte de Cristo garantiu a reconciliação do homem com Deus, mas o próprio Senhor nos mandou pregar a palavra da reconciliação, pois os indivíduos somente receberão os benefícios garantidos na cruz quando crerem na Palavra (2 Co 5.18-21; Rm 10.17-21).
A salvação deve ser proclamada a todos
Muitas passagens indicam que o Evangelho deve ser proclamado universalmente (Mt 24.14; 28.19; Mc 16.15,16; At 1.8; 17.30). Se Cristo morreu somente por alguns, como a oferta de salvação pode ser feita a todas as pessoas sem se tornar insincera, artificial ou mesmo desonesta? Não é impróprio oferecer salvação a todos, se, de fato, Cristo não morreu para salvar todos? Como Deus pode autorizar Seus servos a oferecer perdão a todos, se Cristo não morreu por todos?
Armínio afirma que a salvação é oferecida a todos os homens quando diz que: “A promessa e a oferta se estendem a todos os que são chamados – chamados pela pregação externa do evangelho, quer obedeçam ao seu chamado ou não. Pois até mesmo os que ‘não viriam’ para as bodas receberam o convite, e, por isso, Deus os julgou indignos (Mt 22.2-8), uma vez que ‘rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos’ (Lc 7.30), e, pela rejeição da promessa, se tornaram indignos (At 13.46)”.
A expiação limitada torna o evangelismo indiscriminado impossível, pois os convites universais do Evangelho só podem ser fundamentados em uma disposição universal da expiação. Um crente na expiação limitada nunca pode dizer a todos: “Deus ama vocês, e Cristo morreu pelos seus pecados e pelos meus; vocês podem ser salvos”. Todavia, essa é a própria força vital do evangelismo: anunciar as boas-novas a todos e convidá-los a vir a Jesus Cristo em arrependimento e fé.
Ninguém, incluindo Deus, pode dizer verdadeiramente a todas as pessoas: “Se você crer, será salvo”, a menos que essa oferta seja respaldada por uma salvação adquirida para todos. Calvinistas coerentes com a expiação limitada negam a oferta bem-intencionada do Evangelho, o que tende a inibir o zelo e a atividade missionária. Se o amor de Deus expresso no convite do Evangelho não for redentor, a oferta do Evangelho perde seu sentido real.
Teólogos calvinistas que foram missionários em terras pagãs, como David Brainerd, William Carey e os morávios, sustentaram que a doutrina da morte de Cristo por todos era o grande meio de conversão. Sem uma expiação universal, não é possível que alguém saiba, a partir do próprio Evangelho, que Jesus morreu por ele.
Temos muitas razões para pregar a Palavra de Deus: a) o amor a Deus, demonstrado em obedecê-lo; b) o amor pelos perdidos; c) a obediência às Escrituras, que nos mandam pregar. Além desses motivos para evangelizar, devemos acrescentar outros: d) a vontade redentora universal de Deus, demonstrada na morte de Cristo por todos; e) o empoderamento do Espírito Santo, com o objetivo primordial de nos impulsionar a sermos testemunhas de Jesus e realizarmos a Sua obra.
A consideração habitual dos calvinistas rígidos é que não sabemos quem são os eleitos; por isso, oferecemos o Evangelho a todos. A questão, porém, não é conhecer quem são os eleitos, mas oferecer aquilo que, segundo essa compreensão, não estaria disponível a todos, caso se creia que Jesus não morreu por toda a humanidade.
Considerações finais
Os arminianos creem que, se Deus é verdadeiramente amor, Ele ama incondicional e universalmente, razão pela qual Cristo morreu por todos, para que todos possam ser salvos. Embora Deus tenha providenciado a salvação para todas as pessoas mediante a morte sacrificial e substitutiva de Cristo, os benefícios dessa morte são recebidos pela graça, mediante a fé, e tornam-se eficazes apenas para aqueles que creem. Os que rejeitam o amor de Deus, expresso em Cristo, experimentarão somente a punição por sua rebeldia.
Embora Deus deseje que todos creiam e sejam salvos, muitos perecerão, não por falta de disponibilidade da salvação, mas porque rejeitam a oferta feita a eles na morte de Cristo e por “não crer no nome do único Filho de Deus” (Jo 3.18). Quando os benefícios da morte expiatória de Cristo são aplicados ao eleito? Há três possibilidades: a) no decreto eterno de Deus; b) na cruz, sendo aplicada aos eleitos; c) no momento em que os pecadores creem em Cristo.
Os arminianos creem que essa última opção se harmoniza com o ensino das Escrituras. Por isso, podem dizer, verdadeiramente, a todo o mundo: Deus te ama e, por causa disso, Cristo morreu para te salvar!
A expiação ilimitada não conduz ao universalismo, isto é, à crença de que todos serão salvos, pois, para que os homens por quem Cristo morreu sejam salvos, é necessário que creiam nele como Salvador (Jo 8.24). A condição estabelecida por Cristo, para que os incrédulos não morram em seus pecados, não se baseia no fato de Ele não ter morrido em seu favor, mas em depositarem nele a sua fé. O valor da morte de Cristo, por mais maravilhoso e completo que seja, não se aplica aos não regenerados até que venham a crer.
Qualquer ensino que afirme que Deus não ama toda a humanidade, que Deus não tem intenção ou desejo de salvar toda a humanidade, ou que Jesus não morreu pelos pecados de toda a humanidade é contrário às Escrituras e deve ser rejeitado. A Bíblia mostra claramente que Cristo morreu por todos, para que todos possam ser salvos.
Os pentecostais arminianos creem que Cristo morreu pelos pecados de todas as pessoas, por causa do amor de Deus Pai por toda a humanidade, para prover uma oferta genuína de salvação a cada indivíduo. Sua morte não apenas torna a salvação possível a todos, mas realmente assegura a salvação de todos os que creem, por meio da obra regeneradora do Espírito Santo.
Por causa dessa fé e do impulso do Espírito Santo para sermos testemunhas do Senhor “até os confins da terra”, é que a chama pentecostal foi espalhada por toda esta nação e tem sido levada a todas as partes do planeta.
REFERÊNCIAS
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ARMÍNIO, Jacó. As Obras de Armínio. 3 volumes. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
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GEORGE, Timothy. Teologia dos Reformadores. São Paulo: Vida Nova, 1993.
OLSON, Roger. Teologia Arminiana: mitos e realidades. São Paulo: Reflexão, 2013a.
OLSON, Roger. Contra o Calvinismo. São Paulo: Reflexão, 2013b.
VAILATTI, Carlos Augusto. Expiação Ilimitada. Coleção Arminianismo. São Paulo: Reflexão, 2015.
WILEY, H. Orton. Teologia Cristiana. Tomo 2. Casa Nazarena de Publicaciones, 2013.


